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Cansei de ouvir pregadores da prosperidade dizerem que precisamos decretar a nossa vitória e visualizar a nossa benção material; Cansei de ouvir pregadores da prosperidade gritarem para Deus reivindicando suas petições; Cansei de ouvir pregadores da prosperidade dizendo que “salário mínimo” não é coisa de crente; Cansei dessa teologia que defende que o crente deve morar em mansão, ter carrões, muito dinheiro e nunca ficar doente. Cansei dessa teologia que valoriza mais as coisas terrenas do que aquelas que são do céu; Cansei dessa teologia da barganha com Deus, onde você contribui e Ele devolve com juros, correção monetária e muito lucro; Cansei dessa teologia de fé na fé; Cansei dessa teologia que ama mais o dinheiro que o próximo; Cansei dessa teologia consumista, utilitarista e que trata Deus como o Papai Noel; Cansei dessa teologia da ganância, cujo principal objetivo é fazer com que as pessoas atinjam a independência financeira; Cansei dessa teologia da auto-ajuda, auto-estima e auto-aceitação; Cansei dessa teologia que argumenta que Jesus nunca foi pobre; Cansei dessa teologia que tem criado uma geração de decepcionados nas igrejas; Cansei dessa teologia pregada e defendida por Valnice Milhomens, Edir Macedo, R.R. Soares, T.L. Osborn, Kenneth Hagin, Benny Hinn, etc, etc. Cansei, não da prosperidade - que é dádiva de Deus, mas da teologia que faz dela o principal foco da vida cristã, em detrimento da salvação e das bênçãos espirituais. Cansei da teologia da prosperidade pois a Bíblia diz: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam“. (Mat.6.19,20)
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